quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Pastor rebate acusações de Jean Wyllys na Câmara

Deputado Pastor Eurico diz que Jean pretende bagunçar o Brasil.

 

Na última quinta-feira, dia 22, o deputado federal Pastor Eurico (PSB-PE) discursou no plenário da Câmara dos Deputados contra as declarações feitas pelo deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) a respeito das igrejas evangélicas e dos parlamentares eleitos através do voto dos fiéis dessas denominações.

Pastor Eurico portava uma matéria publicada pelo portal Gospel Mais, que repercutia a entrevista dada por Wyllys ao jornal do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFEMEA), em que o parlamentar e ativista gay equiparava as ações das igrejas evangélicas às ações do narcotráfico e milícias, com o objetivo de substituir o Estado.

O Pastor Eurico criticou duramente seu colega parlamentar, dizendo que as colocações feitas por Wyllys eram “terríveis”, e que os argumentos usados por ele para condenar a pregação cristã contra a homossexualidade provam “a incompetência e incapacidade teológica e histórica dele”.

Sobre as críticas de Wyllys às igrejas evangélicas dizendo que estas “comercializam a fé”, Pastor Eurico rebateu o ex-BBB dizendo ele não foi justo em suas palavras: “Isso não é verdade. Ninguém comercializa a fé. Se alguém doa para as igrejas, doa de livre e espontânea vontade, é questão pessoal”.

“Já que ele exige que se respeite a ele e aos seus seguidores como pessoas, que nós evangélicos também sejamos respeitados em tudo que fazemos. O direito é igual para todos”, afirmou o pastor.

Eurico disse ainda em seu discurso que, ao sugerir que as denominações evangélicas tinham se organizado de forma a ocupar o poder, assim como o narcotráfico, Wyllys “agride” as igrejas: “Não houve estratégia para começar com vereador, depois deputado estadual e federal. Esse que aqui fala nunca foi político”, ilustrou o pastor.

O ataque a Wyllys foi duro quando o Pastor Eurico se referiu às bandeiras políticas do deputado: “O que é que ele defende aqui? Ele defende a pornografia, a legalização das drogas, do aborto, o uso indiscriminado da maconha… É isso que ele faz aqui. Usando o mandato para isso, desrespeitando os evangélicos nesse país. Por outro lado, de onde ele veio? Veio de um programa pornô que existe na Rede Globo, denominado Big Brother, que o promoveu… Chegou aqui com ínfimos votos, e agora quer agredir a comunidade evangélica no Brasil?”.


O Pastor Eurico comentou ainda que as afirmações de Jean Wyllys de que as igrejas evangélicas estariam formando um “Estado paralelo” semelhante ao modelo que milícias e o narcotráfico tentam estabelecer, por oferecer assistência social aos menos favorecidos em locais que o governo não providencia.

“Brasileiros e brasileiras, evangélicos deste Brasil… Milícias? Narcotráfico? Equiparar igrejas a milícias, ao narcotráfico? Isso é um desrespeito. Isso é uma falta de consideração. Ele deveria ter pelo menos o pudor de não colocar o nome ‘igrejas’ em sua boca podre que desrespeita a sociedade cristã desse Brasil. Queria que ele estivesse aqui para me ouvir. Ele precisa saber que aqui tem deputado que não tem medo das afrontas dele, das ameaças dele”, disse o Pastor Eurico.

A respeito da proposta de legalização da prostituição defendida por Wyllys, o Pastor Eurico afirmou que a ideia dele é “bagunçar o Brasil”, pois, se for aprovado, o projeto pode resultar num aumento do tráfico de pessoas: “É uma afronta. Como se não bastasse [ele] estar lutando pela redução da maioridade sexual (isso é uma pré-legalização da pedofilia no Brasil) a indústria do sexo quer uma legislação que os favoreçam. Mas nós estamos como atalaias para dizer para todos que nos colocaram aqui, que aqui tem homens que se preocupam com isso”.Na última quinta-feira, dia 22, o deputado federal Pastor Eurico (PSB-PE) discursou no plenário da Câmara dos Deputados contra as declarações feitas pelo deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) a respeito das igrejas evangélicas e dos parlamentares eleitos através do voto dos fiéis dessas denominações.

Pastor Eurico portava uma matéria publicada pelo portal Gospel Mais, que repercutia a entrevista dada por Wyllys ao jornal do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFEMEA), em que o parlamentar e ativista gay equiparava as ações das igrejas evangélicas às ações do narcotráfico e milícias, com o objetivo de substituir o Estado.

O Pastor Eurico criticou duramente seu colega parlamentar, dizendo que as colocações feitas por Wyllys eram “terríveis”, e que os argumentos usados por ele para condenar a pregação cristã contra a homossexualidade provam “a incompetência e incapacidade teológica e histórica dele”.

Sobre as críticas de Wyllys às igrejas evangélicas dizendo que estas “comercializam a fé”, Pastor Eurico rebateu o ex-BBB dizendo ele não foi justo em suas palavras: “Isso não é verdade. Ninguém comercializa a fé. Se alguém doa para as igrejas, doa de livre e espontânea vontade, é questão pessoal”.

“Já que ele exige que se respeite a ele e aos seus seguidores como pessoas, que nós evangélicos também sejamos respeitados em tudo que fazemos. O direito é igual para todos”, afirmou o pastor.

Eurico disse ainda em seu discurso que, ao sugerir que as denominações evangélicas tinham se organizado de forma a ocupar o poder, assim como o narcotráfico, Wyllys “agride” as igrejas: “Não houve estratégia para começar com vereador, depois deputado estadual e federal. Esse que aqui fala nunca foi político”, ilustrou o pastor.


O ataque a Wyllys foi duro quando o Pastor Eurico se referiu às bandeiras políticas do deputado: “O que é que ele defende aqui? Ele defende a pornografia, a legalização das drogas, do aborto, o uso indiscriminado da maconha… É isso que ele faz aqui. Usando o mandato para isso, desrespeitando os evangélicos nesse país. Por outro lado, de onde ele veio? Veio de um programa pornô que existe na Rede Globo, denominado Big Brother, que o promoveu… Chegou aqui com ínfimos votos, e agora quer agredir a comunidade evangélica no Brasil?”.


O Pastor Eurico comentou ainda que as afirmações de Jean Wyllys de que as igrejas evangélicas estariam formando um “Estado paralelo” semelhante ao modelo que milícias e o narcotráfico tentam estabelecer, por oferecer assistência social aos menos favorecidos em locais que o governo não providencia.

“Brasileiros e brasileiras, evangélicos deste Brasil… Milícias? Narcotráfico? Equiparar igrejas a milícias, ao narcotráfico? Isso é um desrespeito. Isso é uma falta de consideração. Ele deveria ter pelo menos o pudor de não colocar o nome ‘igrejas’ em sua boca podre que desrespeita a sociedade cristã desse Brasil. Queria que ele estivesse aqui para me ouvir. Ele precisa saber que aqui tem deputado que não tem medo das afrontas dele, das ameaças dele”, disse o Pastor Eurico.


 A respeito da proposta de legalização da prostituição defendida por Wyllys, o Pastor Eurico afirmou que a ideia dele é “bagunçar o Brasil”, pois, se for aprovado, o projeto pode resultar num aumento do tráfico de pessoas: “É uma afronta. Como se não bastasse [ele] estar lutando pela redução da maioridade sexual (isso é uma pré-legalização da pedofilia no Brasil) a indústria do sexo quer uma legislação que os favoreçam. Mas nós estamos como atalaias para dizer para todos que nos colocaram aqui, que aqui tem homens que se preocupam com isso”.





Fonte: Fé em Jesus

Família de jovem assassinado pede redução da maioridade penal

Em debate na Comissão de Direitos Humanos, familiares de vítima defendem que menores de 18 anos sejam enquadrados no Código Penal. Especialistas apontam problemas nas unidades de internação e esperam manutenção das garantias para os adolescentes.


Seminário - Redução da Maioridade Penal. Mãe do jovem Victor Hugo Deppman, assassinado por um menor Marisa Rita Riello Deppman
Marisa Deppman apresentou sugestão de projeto que aplique penas do Código Penal para menores.

Os pais de Victor Hugo Deppman, jovem assassinado em abril, na porta de casa, em São Paulo, por um adolescente, pediram aos deputados mudanças no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8069/90). Eles participaram de seminário da Comissão de Direitos Humanos e Minorias para discutir a redução da maioridade penal.

A mãe de Victor, Marisa Deppman, apresentou sugestão de projeto de lei que altera o ECA para que os menores que cometam infração caracterizada como crime hediondo sejam enquadrados no Código Penal, podendo cumprir a pena nas unidades de internação, mas separados dos jovens que cometeram infrações mais brandas. Ela lembra que o rapaz que matou seu filho completaria dezoito anos dias depois da infração.
“O rapaz que fez isso com meu filho vai ficar no máximo 9 meses e vai sair, vai voltar lá para o meu bairro, vai matar outro jovem que estiver passeado com o celular na mão”, afirmou.


Idade precoce

Leane Barros Fiúza de Mello, representante do Conselho Nacional do Ministério Público, lembrou que o Brasil é um dos países que adota uma das idades mais precoces para responsabilização, a partir dos 12 anos. Ela lamentou a situação das unidades de internação e disse que nas comarcas do interior a situação é ainda mais grave.


Ela reconheceu a necessidade de revisão ECA, principalmente na fixação de critérios para classificar ato infracional grave, hediondo. “Tem que se delimitar juridicamente quais atos ilícitos, a natureza deles, as circunstâncias, a motivação, a perversidade do atentado contra o bem jurídico protegido, as condições do adolescente, a capacidade de cumprimento da medida, que justificam medidas extremas. Porque isso vai aprimorar o sistema e vai facilitar o exercício da atividade jurisdicional”, defendeu.

Para Leane, não se trata de uma guerra entre jovens de bem e da periferia. "Temos um histórico de exclusão. Existe neste país um fosso de desigualdade que não é retórica. Temos que enfrentar a exclusão e a privação de direitos", disse.

Lúcio Bernardo Jr/Câmara dos Deputados
Seminário - Redução da Maioridade Penal. Secretária Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Angélica Goulart.
Angélica Goulart: só 2% estão internados por atos caracterizados como homicídio ou latrocínio.


Qualificação do debate

A secretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Angélica Goulart, propôs a qualificação do debate sobre a redução da maioridade penal e defendeu mudanças estruturais para que os direitos de crianças e adolescentes sejam garantidos. Segundo ela, só 2% dos cerca de 19,6 mil jovens atualmente internados cometeram atos infracionais caracterizados como homicídio ou latrocínio.



Ela avalia que a sociedade está se deixando levar pela emoção nesse debate. “Assistir o assassinato de um jovem ou de uma moça que estava trabalhando dentro de seu consultório dá a impressão para todos os brasileiros que isso vai acontecer todo dia e que são centenas de adolescentes que saem por aí assassinando as pessoas. Isso não é real”, avaliou.

A secretária lembrou ainda a lei que criou o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente em Conflito com a Lei (Sinase, 12.594/12) - aprovada em 2011 pelo Congresso. Segundo ela, só 6% das unidades de internação adequaram suas instalações aos parâmetros previstos na lei, mas 74,78% já atenderam parcialmente as exigências. O objetivo é que se tornem próprias para a ressocialização desses jovens e não uma reprodução do sistema prisional.


O deputado Dr. Carlos Alberto (PMN-RJ) demonstrou incredulidade em relação aos dados. "Não acredito que os números sejam esses. Acho que a situação é infinitamente pior. As unidades de internação são verdadeiras universidades do crime. Não ressocializam ninguém", afirmou. Ele reconheceu, no entanto, a importância do Sinase e torce para que ele atinja seus objetivos.

Fonte: Agência Câmara Notícias

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Jornalista diz que Globo está fazendo merchandising pró-aborto

Com dados reais o colunista da Veja mostra que o aborto não está entre as principais causas das mortes de mulheres brasileiras.

Jornalista diz que Globo está fazendo merchandising pró-aborto 
Jornalista diz que Globo está fazendo merchandising pró-aborto

O jornalista Reinaldo Azevedo, da revista Veja, contestou o episódio da novela “Amor à Vida”, da Rede Globo, em que os personagens fazem apologia a descriminalização do aborto.

Azevedo mostra diversos dados que comprovam que a conversa entre a enfermeira e o médico da novela fornecem informações mentirosas aos telespectadores.

O jornalista chega a dizer que o episódio ofende sua inteligência por tentar convencer os telespectadores de que o aborto precisa ser aprovado para impedir que mulheres, na visão da enfermeira mulheres pobres, morram vítimas de procedimentos mutiladores em clínicas clandestinas de aborto.

“O número de mortes maternas, no Brasil, está abaixo de 2.000 por ano! Atenção! Estou me referindo à morte de mulheres em decorrência da gravidez. O aborto, segundo dados do DataSUS, corresponde a 5% dessas mortes”, esclarece o jornalista.

Para Azevedo o autor da novela e a emissora tentaram fazer um merchandising ideológico pró-aborto, mas essa não seria a única ideologia que a Globo estaria com interesse de difundir. A outra ideologia seria a demonização da religião, já que na cena um médico que é muçulmano se negou a atender a mulher.

“Aquele médico que se negou a atender a paciente que chegou morrendo, exibido na novela, não existe. Criou-se uma caricatura para, no fundo, demonizar o discurso religioso”.

O colunista da Veja lembra que o discurso entre os personagens jamais aconteceria na vida real o que deixa claro a intenção da emissora carioca em ridicularizar pessoas religiosas.

“Existem médicos às pencas que são agnósticos, mas que se recusam a praticar o aborto mesmo nos casos em que ele é legalmente permitido. O Código de Ética Médica lhes assegura o direito de alegar objeção de consciência.” Quando isso acontece, o médico encaminha o paciente (autorizado a fazer o aborto) para um outro médico que não tenha objeções em praticar tal ato.

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Dicionários reformularão definição de casamento para incluir união gay

Mudanças na lei influenciam as mudanças na linguagem.



Dicionários reformularão definição de casamento para incluir união gay  
Dicionários reformularão definição de casamento para incluir união gay

O dicionário Oxford, o mais influente da língua inglesa, decidiu mudar a definição da palavra “casamento”. Após a legalização da união entre pessoas do mesmo sexo no Reino Unido e nos Estados Unidos, a decisão não foi uma completa surpresa.

Até agora, definição de casamento nos dicionários era “a união de um homem e uma mulher”. A luta dos movimentos gays era para que fosse substituído por “duas pessoas”.

Um grupo de ativistas LGBT iniciou este ano uma campanha incentivando a mudança do significado de “casamento” nos dicionários tradicionais. Com o nome de “Hack Marriage”, as pessoas deveriam baixar o modelo de um adesivo e imprimi-lo. Depois, bastava ir a uma biblioteca e colar o adesivo em todos os dicionários que pudessem encontrar. Embora no primeiro momento era apenas para a língua inglesa, a ideia se espalhou 
para outros países.

No final de julho, o casamento de pessoas do mesmo sexo foi aprovado pelo Parlamento e pela Rainha Elizabeth II. Portanto, na Inglaterra e no País de Gales os casais homossexuais poderão se casar a partir de 2014. Poucas semanas antes, a Suprema Corte dos EUA decidiu que a parte fundamental da Lei de Defesa do Casamento, era inconstitucional. Com isso, obrigou o governo federal a reconhecer o “casamento” gay, que até então era aceito apenas por alguns Estados.

A porta-voz da Oxford University Press, na Inglaterra, explica que os responsáveis pelo dicionário sempre monitoram e atualizam as definições acompanhando mudanças na sociedade. A cada ano algumas palavras são incluídas, o que “normatiza” seu uso e assim influencia os demais dicionários. A nova definição ficou “união formal de um homem e uma mulher, geralmente reconhecida por lei, pela qual eles se tornam marido e mulher. Em algumas jurisdições, uma união entre parceiros do mesmo sexo”.

O Dicionário Macmillan também anunciou a mudança.  Casamento agora é “a relação entre duas pessoas que são marido e mulher, ou uma relação semelhante entre pessoas do mesmo sexo. O dicionário está simplesmente refletindo uma mudança na forma como a palavra é usada”, justifica Michael Rundell, editor-chefe do dicionário Macmillan na Inglaterra, que aproveitou para dizer que as definições de “marido” e “mulher” podem mudar em um futuro próximo.

De certa forma, é o mesmo que ocorreu na Alemanha, que aprovou uma lei criando o terceiro sexo para registro de recém-nascidos. A partir de 1º de novembro os pais poderão registrar seus filhos como sexo masculino, feminino ou “indefinido”.

Até agora nenhum dicionário norte-americano anunciou esse tipo de mudança no significado de casamento, mas parece ser inevitável. Não há indícios que o mesmo deve ocorrer nos dicionários em Português, mas a Wikipedia, que é obra de referência mais utilizada na internet, traz a seguinte definição “Casamento é o vínculo estabelecido entre duas pessoas…”

No Brasil, a união civil homossexual foi reconhecida por força da justiça, tendo sido autorizada diversas vezes, tanto pelo Superior Tribunal de Justiça quanto pelo Supremo Tribunal Federal, a partir de 2011.

Um porta-voz do Instituto Cristão, uma organização britânica que se dedica a “defender as verdades da Bíblia”, mandou um e-mail para órgãos de imprensa cristãos, explicando que as mudanças na definição legal de casamento estão causando um impacto significativo na sociedade.

“Nós sempre alertamos sobre o perigo da redefinição legal de casamento distorcer a linguagem e alterar seu entendimento, e de modo semelhante de palavras-chave como “marido “e ” mulher ” e “família”. Aqui no Reino Unido já se fala nas relações com múltiplos parceiros como a próxima etapa. Esse problema afeta a todos, porque interfere na maneira como veremos a vida familiar”. 

FONTE: GOSPEL PRIME

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Marco Feliciano pede ajuda para tirar vídeo do Porta dos Fundos do ar

Deputado quer que público indique conteúdo como impróprio: 'Vídeo podre'. Vídeo do humor mostra reações a imagem de Jesus em vagina de mulher.


O deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) criticou em seu perfil no Twitter um vídeo divulgado nesta segunda-feira (19) pelo grupo de humor Porta dos Fundos no YouTube. O vídeo mostra a reação de profisionais de uma clínica de ginecologia ao encontrar imagem igual à de Jesus Cristo na vagina de uma mulher.


"Assim caminha a humanidade... Vídeo podre! Ajudem a denunciar para retirá-lo do ar", disse Marco Feliciano em seu perfil no Twitter, indicando o link para o vídeo do Porta dos Fundos no YouTube.


No vídeo, com o título de "Oh, meu Deus!", uma paciente interpretada pela atriz Clarice Falcão vai fazer um exame ginegológico. O médico, interpretado por Luis Lobianco, diz ter visto "a imagem de Jesus Cristo" na mulher. Ele chama funcionários para ver a cena. Eles rezam e cantam músicas religiosas no final do vídeo de humor. O vídeo teve 283 mil visualizações até o final da tarde desta segunda-feira. Mais de 25 mil usuários do YouTube indicaram uma classificação positiva ao conteúdo, enquanto mais de 4 mil deram avaliação negativa.

O YouTube também tem um botão "Denunciar", para que os usuários indiquem conteúdos impróprios, que podem ser retirados do site.


Fonte: Fé em Jesus

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Processo no STF pode incluir homofobia como crime de racismo

Desde de maio de 2012 o Supremo Tribunal Federal (STF) analisa um Mandado de Injunção (MI) apresentado pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT) que pede a inclusão da homofobia e da transfobia (repulsa contra transexuais) na lei que pune o crime de racismo.

A ideia do texto do MI 4733 é punir “a violência física, os discursos de ódio, os homicídios, a conduta de ‘praticar, induzir e/ou incitar o preconceito e/ou a discriminação’ por conta da orientação sexual ou da identidade de gênero”.

O mandado é um resumo do polêmico PL 122/2006 que está parado no Congresso Nacional. Com a aprovação dos ministros do STF, o Congresso seria obrigado a incluir os crimes citados como “discriminações atentatórias a direitos e liberdades fundamentais”.

O relator do processo é o ministro Ricardo Lewandwski e o último parecer registrado na ação tem data do dia 14 de agosto dizendo que a Procuradoria Geral da República “opina pelo não cabimento do mandado de injunção, com a consequente extinção do feito sem julgamento de mérito”.

Para acompanhar acesse: www.stf.jus.br.

Fonte: Gospel Prime

Nova lei proíbe conversões na Índia

Segundo país mais populoso do mundo, com mais de um bilhão de habitantes, a Índia é majoritariamente hinduísta. Agora, uma nova lei anticonversão pode marcar definitivamente a história da nação milenar.

Desde 1968 há uma luta jurídica em relação ao Ato de Liberdade Religiosa de Madhya Pradesh, um dos Estados indianos mais populosos. A denúncia do Conselho Global de Cristãos da Índia anunciou que Shri Ram Naresh Yadav, governador do Estado, assinou a emenda que proíbe as pessoas de mudarem de religião sem autorização do governo. Ironicamente, a lei implica em seu nome a liberdade de culto.

A pressão dos extremistas hindus é para que ocorra o mesmo muçulmanos, onde desde o nascimento a religião vem impressa nos documentos do cidadão. O país chega a essa decisão antidemocrática em meio às comemorações do 67º aniversário da independência da Índia do domínio inglês.

Sajan George, presidente do Conselho Global, diz que “A democracia leiga da Índia está em perigo por causa da lei anticonversão”. A modificação de 2013, altera o 5º parágrafo da lei estadual e impõe aos sacerdotes que apresentem às autoridades locais todos os detalhes relativos à pessoa que decidiu mudar de religião, pelo menos 30 dias antes da cerimônia. Além disso, precisa fornecer uma lista com os nomes e endereços daqueles que desejam a conversão.

Caso isso não seja feito, explica o líder cristão, “corre-se o risco de uma multa de 50 mil rupias (cerca de R$ 1.700) e até três anos de cadeia; ou 100 mil rupias (R$ 3.500) e até quatro anos de cadeia quando forem menores de idade ou pessoas sem castas ou de povos tribais”.

George explica que “o governo tentou impor esta lei muito severa para agradar a maioria hindu, antes das próximas eleições”. No Estado de Madhya Pradesh fica a sede do Bharatiya Janata, partido ultranacionalista hindu que apoia grupos extremistas acusados de violência e perseguição contra as minorias étnicas, sociais e religiosas em toda a Índia.

O temor dos cristãos é a medida seja ampliada para todo o país, o que causaria uma modificação na Constituição indiana, que assegura a liberdade religiosa. A Federação Evangélica da Índia apelou ao Supremo Tribunal, que reconhece que existe uma violação ao direito fundamental à privacidade previsto na Constituição da Índia. “A crença ou religião de uma pessoa é algo muito pessoal”, afirmou o tribunal em nota.

“O Estado não tem o direito de pedir uma pessoa para divulgue qual é a sua crença pessoal… no caso de uma pessoa decidir mudar sua religião ao dar um aviso prévio aumentam as chances de o convertido ser submetido a tortura física e psicológica”.

Até o momento o governo da capital Nova Deli não se manifestou sobre o assunto. Historicamente, hindus convivem com budistas, siques, jainistas, muçulmanos e cristãos. Por diferenças religiosas, a Índia perdeu território e viu surgirem dois países independentes: o Paquistão (1947) e Bangladesh (1971) ambos de maioria muçulmana.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Ministro quer armazenamento de dados de internautas em território nacional

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, defendeu, nesta quarta-feira (14), a inclusão de dispositivo no marco civil da internet (PL 2126/11apensado ao PL 5403/01) para garantir que os dados dos usuários sejam armazenados em território nacional, ainda que continuem sendo também guardados nos Estados Unidos. Ele participou de audiência pública sobre as denúncias de espionagem de cidadãos brasileiros pelo governo norte-americano, promovida pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Defesa do Consumidor; de Fiscalização Financeira e Controle; de Legislação Participativa; e de Relações Exteriores e de Defesa Nacional.

Antonio Augusto / Câmara dos Deputados
Audiência pública conjunta das comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI),  de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC), de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), de Defesa do Consumidor (CDC) e de Legislação Participativa (CLP) debate as eventuais fragilidades nos sistemas de guarda e fluxo de conteúdo de informações pessoais, oficiais ou economicamente estratégicas do cidadão brasileiro, do Estado e do setor privado. Ministro das comunicações, Paulo Bernardo
Paulo Bernardo: espionagem norte-americana viola direitos relativos ao sigilo das comunicações.
Bernardo explicou que, como as principais empresas de internet são dos EUA, lá também se localizam os grandes data centers, que armazenam dados do usuário. “As empresas americanas submetem-se à legislação daquele país, inclusive se estiverem atuando aqui”, ressaltou. Ele destacou que os usuários aceitam os “termos de uso” dos serviços de internet, extensos e de difícil compreensão, em que dão autorização para o uso de seus dados. Segundo o ministro, o marco civil vai assegurar maior transparência na política de privacidade das empresas.

O ministro afirmou que, com o monitoramento de e-mails de indivíduos brasileiros pelo governo norte-americano, estão sendo violados direitos fundamentais relativos à inviolabilidade do sigilo das comunicações, da intimidade e da vida privada. “Se isso não é espionagem, é bisbilhiotice”, disse. “De acordo com a Constituição, é crime realizar interceptação de comunicações telefônicas, de informática ou telemática sem autorização judicial”, completou. Conforme o ministro, o marco civil traz normas para assegurar esses direitos constitucionais também na internet. “O e-mail deve ser equiparado a uma carta”, destacou.

Apoio dos presidentes
O presidente da Comissão de Relações Exteriores, deputado Nelson Pellegrino (PT-BA), considerou a aprovação do marco civil fundamental para garantir que empresas de internet se submetam à legislação nacional. Segundo ele, as denúncias da imprensa são de que empresas como Google, Facebook e Microsoft cooperam com o esquema de espionagem do governo norte-americano.

O presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, deputado José Carlos Araújo (PSD-BA), também defendeu a aprovação da proposta. “O marco regulatório deve ter sanção para empresas de internet que burlam a confiança do consumidor brasileiro”, sustentou. O deputado Newton Lima (PT-SP), um dos que solicitaram o debate, defendeu a imediata inclusão da matéria na pauta do Plenário.

Neutralidade de rede

Antonio Augusto / Câmara dos Deputados
Audiência pública conjunta das comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI), de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC), de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), de Defesa do Consumidor (CDC) e de Legislação Participativa (CLP) debate as eventuais fragilidades nos sistemas de guarda e fluxo de conteúdo de informações pessoais, oficiais ou economicamente estratégicas do cidadão brasileiro, do Estado e do setor privado. Presidente da CDC, dep. José Carlos Araújo (PSD-BA)
José Carlos Araújo (C) defendeu sanções a empresas de internet que burlam a confiança do usuário.
Em relação à polêmica questão da neutralidade de rede, que vem impedindo o acordo em torno do marco civil, Paulo Bernardo disse que o artigo deve ser redigido de forma a não impedir os modelos de negócio das empresas. O substitutivo atual prevê que as operadoras tratem de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino, serviços, terminal ou aplicativo. Empresas de telecomunicações têm defendido que a palavra “serviços” seja excluída do dispositivo, a fim de não restringir os modelos de negócios das companhias. Elas querem oferecer serviços diferentes (como só e-mail, apenas acesso a redes sociais, entre outros) para o usuário, de acordo com o pacote ofertado, mas o relator é contrário à mudança do texto.

Ações do governo 
Bernardo informou que o Executivo fez contatos com o governo americano na tentativa de mudar a chamada governança da internet. Conforme o ministro, o Planalto defende uma descentralização maior dessa governança, com participação mais ampla de vários países. Segundo ele, a gestão dos números de protocolo de internet (IP) e nomes de domínio é realizada hoje pela Icann, empresa privada sediada na Califórnia, vinculada ao Departamento de Comércio dos Estados Unidos. “Os governos participam da ICANN apenas a título consultivo”, salientou.

De acordo com o ministro, o governo federal também quer promover o aperfeiçoamento de regras multilaterais sobre segurança das telecomunicações. “Levaremos a questão para foros internacionais, como instâncias da Organização das Nações Unidas (ONU)”, disse. “Esse problema é mundial, até o Parlamento de Bruxelas [instituição legislativa da União Europeia] foi monitorado, segundo a imprensa”, completou.

O deputado Antonio Imbassahy (PSDB-BA), que também solicitou audiência, afirmou perceber “uma sensação de impotência do governo brasileiro” em relação às denúncias. Por sua vez, o deputado Ivan Valente (Psol-RJ) considerou a reação brasileira “tímida”.

Fonte: Agência Câmara

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Feliciano pede apuração de agressões sofridas durante voo

Humilhado dentro de um avião com destino à São Paulo, o deputado pede providências à procuradoria da Câmara
 
Após ver as chacotas com a repercussão do vídeo, o deputado entrou hoje, com pedido de providências ao Deputado Claudio Cajado, Procurador da Câmara dos Deputados.

Na carta, o deputado relata o grande incomodo gerado pelos baderneiros e o perigo, caso houvesse alguma emergência. Em outro trecho, o deputado falar sobre as repercussões do vídeo "Ações desse tipo, em reação a minha atuação parlamentar causa um grande mal a democracia em nosso Pais, e serve de mau exemplo para os jovens".

Em nota, a companhia área informou que tomou todas as providências possíveis, informação confirmada pelo deputado recebido em solo pela Polícia Federal. "Não fiz a queixa naquele momento, porque tinha um compromisso e esses processos demoram", disse o parlamentar.

Apesar de chocante, o deputado afirma que o vídeo é apenas uma amostra do que ele e sua família sofre todos os dias em lugares públicos.

Fonte: Fé em Jesus

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Deputados apresentam projetos para revogar lei da profilaxia da gravidez

A tentativa é retirar o termo do texto sancionado pela presidente Dilma Rousseff

A Lei 12.845, de 1º de agosto de 2013, criada mediante ao PL 03/2013, poderá ser revogada mediante a dois pedidos apresentados por deputados pró-vida durante esta semana.

O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) apresentou um pedido na terça-feira (6) e na quarta (7) foi a vez do deputado pastor Eurico (PSB-PE) apresentar uma proposta também com o objetivo de pedir a revogação total da lei que, entre outras coisas, oferece a “profilaxia da gravidez” para vítimas de violência sexual.

O líder do PMDB na Câmara já havia anunciado que tomaria medidas para impedir que a lei, com o referido termo, entrasse em vigor. “Atuarei em duas frentes em relação ao assunto, ou seja, a sanção deste PLC: primeiramente, apresentarei um projeto de lei revogando essa lei sancionada e em toda medida provisória editada apresentarei emenda com mesmo teor para revogar essa lei. A segunda ação será pedir para que parlamentares que defendem a vida e são contra o aborto me acompanhem nessa luta para derrubarmos essa lei contra a vida”.

Cunha tem o pastor Eurico e outros parlamentares como aliado nesta batalha contra o projeto recém sancionado pela presidente Dilma Rousseff.

Nesta quinta-feira (8) outros dois deputados, Salvador Zimbaldi (PDT-SP) e Hugo Leal (PSC-RJ), se juntaram a Eduardo Cunha e apresentaram um terceiro projeto dessa vez para suprir da lei o termo “profilaxia da gravidez”.

Ao falar sobre a vontade dos deputados de tentarem barrar um texto antes aprovado por todos eles, Cunha diz que eles foram enganados. “Fomos todos enganados na boa fé, mas isso não tira a responsabilidade de todos nós, inclusive a minha. Quem for a favor da vida nos acompanhe”, disse.

O termo em questão levanta interpretações de que os hospitais públicos poderiam passar a oferecer a opção do aborto para mulheres que fossem até uma unidade do Sistema Único de Saúde alegando que tiveram relações sexuais não consentidas para assim conseguirem abortar.

O governo já tomou conhecimento dessa queixa e vai apresentar um projeto para poder trocar o termo em questão e explicar que o método a ser utilizado pelos médicos se trata da pílula do dia seguinte que vai impedir que óvulo da mulher seja fecundado, evitando assim uma gravidez indesejada.
 
 
Fonte: Folha de SP

Pastor alerta para o “espírito demoníaco de injustiça” que está atuando sobre os governantes

Capelão lista os motivos como o casamento gay prejudica o casamento tradicional

Embora o Brasil e os Estados Unidos sejam muito diferentes cultural e socialmente, alguns assuntos de tom religioso constantemente são destaque na imprensa desses países. Um deles é o reconhecimento do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
O pastor Gordon Klingenschmitt foi capelão da Marinha norte-americana por 8 anos. O principal motivo de sua demissão do antigo emprego foi justamente por ter se oposto publicamente à decisão do governo Obama de aceitar gays nas forças armadas. Desde então, o pastor tem se dedicado a seu programa no Youtube, Praying in Jesus Name [Orando em nome de Jesus].
O nome é uma clara provocação a uma lei que proibiu capelães de fazer orações públicas em nome de Jesus.
Em um de seus episódios mais recentes, ele usou palavras duras, que causaram uma grande repercussão. Ao falar sobre as novas leis que têm legalizado o casamento gay, disparou: “há um espírito demoníaco de injustiça” atuando nos governantes.
Ele citou a passagem de Mateus 24:12 “Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará” para alertar os cristãos que não se preocupam com essa questão. Para ele, o termo grego original, anomian, significa literalmente “sem lei”. Termo que, dependendo da versão da Bíblia, em português é traduzido como “maldade” ou “iniquidade”.
“Luxúria não é amor, e o que os membros da comunidade homossexual estão fazendo entre quatro paredes não é amor. É ilegalidade”, disse Klingenschmitt durante o vídeo. “E isso está fazendo com que o amor de muitos cristãos esfrie”.
Depois, pediu que as pessoas que o assistem orassem com ele, pedindo que Deus “impusesse sua lei… a lei do amor, que proíbe a luxúria, proíbe o pecado, e proíbe a ilegalidade. Essa lei suprema do verdadeiro o amor vai proibir a sodomia, que é uma perversão e não é amor”.
Antes de finalizar, ressaltou que os gays devem ser discriminados da mesma maneira que eles discriminam as pessoas que não compartilham sua visão de mundo. Obviamente, tais declarações causaram polêmica e renderam muitas entrevistas de órgãos de imprensa querendo que ele se explicasse.
Quando foi entrevistado no programa de David Pakeman, o ex-capelão deu origem a outra polêmica. Ele afirmou que o reconhecimento do casamento gay trará prejuízos para o casamento tradicional. Porém, quando questionado como seu próprio casamento fora afetado pelos gays que estão se casando em vários Estados, ele foi incapaz de dar uma resposta.
Mais tarde, publicou em seu site uma lista chamada “Sete maneiras como o casamento gay tem desvalorizados os casamentos tradicionais de todas as famílias cristãs”, fazendo um adendo, “inclusive a minha.” Com informações de Daily Mail, Examiner e Fox News.
Estas são as maneiras elencadas por ele:
Fez com que o casamento tradicional fosse menos valorizado pela sociedade e o Estado.
Forçou os casais cristãos a pagar mais impostos ao Estado para compensar as vantagens que os homossexuais “casados” passaram a receber com a legalização.
Gerou mais gastos do governo, ajudando a aumentar a dívida pública, pois o Estado foi obrigado a conceder mais benefícios a esses “casais”.
Tirou o direito de apenas famílias com pai e mãe adotarem crianças, forçando inclusive orfanatos fundados por igrejas a receberem esses “casais”.
Enfraqueceu a segurança nacional e, portanto, ameaça a segurança de nossas famílias. [OBS: Uma referência à aceitação de membros da comunidade gay nas forças armadas].
Prejudicou nossa capacidade de adorar a Deus em templos cujo altar foi profanado por homossexuais que exigem ser casados no religioso, maculando um espaço sagrado de adoração.
Ameaçou a liberdade religiosa de nossa família de inúmeras maneiras.
Fonte: Gospel Prime

Contagem regressiva para a Marcha pra Jesus DF!


Faltam apenas 4 dias para que Brasília se transforme no palco da maior concentração de fé que a capital já viu! 
Organizada pelo FENASP, COPEV, CIPE e FENAIC com a coordenação geral do pr. Wilton Acosta, a marcha enfatiza o mesmo tema "Valores para o meu país" e essa afirmação nunca teve tanto peso como nesses dias em que feridas foram abertas na história desta nação, como a recente sanção presidencial do PLC 03/2013 que abre as portas para a implantação da prática do aborto no Brasil.
A concentração será na Praça do Buriti à partir das 15h do dia 17 de agosto, sábado, e a marcha seguirá até o lugar definido para o palco, nas proximidades da Rodoviária do Plano Piloto, com a interdição de três faixas do eixo Monumental. Com 4 trios elétricos confirmados e caravanas sendo formadas vindas de toda região metroplitana do DF a organização do evento espera reunir o dobro de pessoas que compareceram o ano passado. O cantor Fernandinho também já é presença confirmada nesta edição da Marcha. Bandas locais e artistas da região se apresentarão no palco central. Confira abaixo o trajeto da Marcha para Jesus 2013.